A cidade “pacificada” para os Jogos às custas do sangue negro das favelas

preparação para os megaeventos no Rio de Janeiro vem deixando marcas visíveis na cidade, como as grandes obras, as remoções e o fechamento de equipamentos públicos esportivos. Cercado por violações de Direitos Humanos, como o direito à moradia, ao trabalho e à cidade, o “legado olímpico” se torna ainda mais questionável quando vêm à tona novos casos de mortos e desaparecidos em razão da atuação da polícia militar nas favelas da cidade. Na tentativa de mostrar ao mundo que os morros da Cidade Olímpica estão “pacificados”, o governo do Estado do Rio aumenta o número de policiais militares, em um processo que mata principalmente jovens negros e pobres.

A discussão sobre a militarização e os abusos da ação policial voltou à tona neste fim de ano após o assassinato de cinco jovens negros, metralhados por 111 tiros de pistola e fuzil dentro de um carro no bairro Costa Barros, na Zona Norte do Rio. Os jovens foram mortos quando voltavam para casa após um lanche. Eles comemoravam o primeiro salário da vida do mais novo deles: Robério de Souza Penha, de 16 anos.

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