Para onde vai a crítica ao financiamento do desenvolvimento? Pacs abre comemorações de 30 anos debatendo alternativas

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O Pacs completa 30 anos e quer debater com você, parceira e parceiro nessa caminhada, o que há de novo na crítica ao financiamento do desenvolvimento. Afinal, falar de economia, construindo bases sólidas no campo das alternativas, sempre esteve no nosso DNA.

Para discutir o tema, o Pacs convida para o Seminário #DebatendoAlternativas “Novos Rumos da Crítica ao Financiamento do Desenvolvimento”, a ser realizado nos dias 23 e 24 de junho de 2016 no Rio de Janeiro (Local: sede do Sindipetro RJ, avenida Passos, 34, Centro). O Seminário de junho é o primeiro de uma série de atividades que culminarão com um seminário comemorativo de 30 anos, que acontecerá em novembro deste ano. Para se inscrever, é preciso enviar e-mail com nome e instituição (se houver) para contato@pacs.org.br com assunto “Debatendo Alternativas”. As vagas são limitadas.

Ao longo de três décadas, o Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (Pacs) participou ativamente do debate sobre os rumos do desenvolvimento brasileiro e latino-americano, tendo sido pioneiro na produção de análises sobre a economia política do sistema financeiro e as formas de captura do financiamento público. A crise da dívida dos anos 1980 foi o ponto de partida. Desde então temos atuado em diferentes frentes e articulações temáticas que contribuem para o aprofundamento da crítica ao modelo de desenvolvimento enraizado no endividamento público e para a necessária construção de alternativas.

O papel das instituições financeiras multilaterais, mais recentemente o papel do BNDES, bem como as alternativas como a auditoria popular da dívida, a proposta da criação de uma nova arquitetura financeira regional e do Banco do Sul foram temas trabalhados ao longo dos anos. Hoje, as parcerias público-privadas, a dívida interna, os fundos de pensão, os BRICS e os fluxos de endividamento sul-sul, a dívida climática e as crises das dívidas europeias são as faces mais recentes deste debate. Elas reforçam os processos de endividamento público a serviço das mais diferentes formas de privatização do Estado e do alavancamento de empresas transnacionais.

No marco da celebração dos nossos 30 anos, nada mais oportuno do que fortalecer a reflexão crítica e a ação autônoma das organizações da sociedade civil comprometidas com a radicalização da democracia e da cidadania. Nas diferentes frentes em que atuamos, entre elas a da economia política do financiamento ao desenvolvimento, queremos atualizar a agenda sobre a construção de políticas alternativas para contribuir com esta mudança necessária. Você é nossx convidadx!

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