Eixos de Trabalho

Críticas e alternativas ao atual modelo de desenvolvimento

A crítica às arquiteturas financeiras globais e à forma como se organizam as instituições que dão sustentação ao capitalismo é uma marca do trabalho do Instituto PACS desde a sua fundação, há mais de 30 anos. Nesse âmbito, os dedicamos ao monitoramento, análise e atuação política em torno dos tratados, acordos comerciais e conformações legais do mercado, os quais, na prática, resultam no aprofundamento do fenômeno da financeirização dos bens comuns e da vida. No campo das alternativas, temos encontrado em experiências latino-americanas, populares, solidárias, antipatriarcais e antirracistas, bases concretas para nossa crítica às corporações transnacionais e aos governos, sobretudo, aqueles diretamente responsáveis pelos chamados megaprojetos de “desenvolvimento” (que envolvem empresas extrativistas, grandes obras de infraestrutura, megaeventos esportivos, agronegócio entre outros).

As principais ações desta linha programática consistem em rastrear e denunciar vínculos entre megaprojetos, corporações e Estados

A partir do estabelecimento de tais conexões, procuramos trabalhar em processos de formação e ação política, apoiando e/ou integrando organizações de territórios a redes locais, nacionais e internacionais, junto à atingidas e atingidos pelos megaempreendimentos, com vistas a potencializar a capacidade de pressão política de grupos populares sobre as companhias, seus respectivos investidores e governos implicados.

Sendo assim, este eixo de trabalho possui, então, quatro temas prioritários:

  1. Empresas transnacionais, impactos socioambientais e relações com o Estado;
  2. Megaprojetos de desenvolvimento, patriarcado, racismo ambiental e impactos sobre os territórios;
  3. Concentração de Riqueza, integração regional e Economia política internacional;
  4. Dívida.

Sobre esse  eixo de trabalho, indicamos que acesse: as páginas na internet da Rede Jubileu Sul Brasil e Américas, rede da qual o PACS é membro fundador, e a da Articulação Internacional dos Atingidos e Atingidas pela Vale; as páginas informativas sobre  a Campanha #PareTernium, a pesquisa Violações na Siderurgia, além de todas as publicações na Biblioteca Berta Cáceres referentes as categorias “Dívida”, “Economia” e à TKCSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico), bem como aquelas que fazem parte da série “Semeando Socioeconomia”.