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Publicações

Aqui você encontra as publicações mais recentes do Pacs. O acervo completo, com mais de 250 títulos, pode ser acessado na Biblioteca Berta Cáceres.

01 de março de 2020

Mulheres e Soberania Alimentar – Sementes de mundos possíveis

Onde e quem produz a comida que chega até você? Em um cenário de pandemia mundial, em que a população vivencia diariamente os resultados de um projeto político que tem como consequência uma crise econômica com impactos diretos na saúde pública, é preciso falar sobre os direitos dos povos em decidirem suas políticas de agricultura […]

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01 de agosto de 2020

Relatório de Atividades Instituto Pacs – 2019

Relatório de atividades realizadas pelo Instituto Pacs no ano de 2019.

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21 de julho de 2020

Por uma sociedade desmilitarizada: de Messias a ditador

“Por uma sociedade desmilitarizada: de Messias a ditador” é mais uma edição do Massa Crítica, o periódico de análises do Pacs, e traz uma análise sobre a conjuntura atual da política brasileira e o governo de Jair Bolsonaro. O artigo foi escrito por José Saraiva Drumond, que faz parte do grupo de sócios do Instituto Pacs.

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20 de julho de 2020

Fortaleza de Las Mujeres: relatos acerca de la militarización de la vida

“Fortaleza de las mujeres: relatos acerca de la militarización de la vida” é a versão em espanhol do livro “A Fortaleza das Mulheres: relatos sobre a militarização da vida”, uma parceria do Instituto Pacs com Gizele Martins, comunicadora comunitária da favela da Maré, lançado em março de 2020.

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10 de julho de 2020

Dos impactos à defesa: mulheres, corpos-territórios e direitos humanos

Na contramão dos movimentos por direitos, temos observado na América Latina, em especial no Brasil, o avanço de diferentes tipos de manifestações ultra conservadoras. Defendemos que esse crescimento dos investimentos em estratégias de difusão do conservadorismo, muitas vezes através da desinformação e das chamadas fake news, vem em resposta ao avanço das conquistas de direitos […]

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01 de junho de 2020

Caderno Acolhedor: autocuidado em tempos de reinvenção

O “Caderno Acolhedor: autocuidado em tempos de reinvenção” é uma das iniciativas do projeto Cuidar-se, realizado pelo Grupo de Trabalho de Mulheres (GT Mulheres) da Articulação de Agroecologia do Rio de Janeiro (AARJ e parcerias como Instituto Pacs, AS-PTA, Verdejar, Centro de Integração na Serra da Misericórdia (CEM) e Ponto de Cultura Rural.

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05 de maio de 2020

Acionistas Críticos: 10 anos de atuação da Articulação Internacional dos Atingidos e Atingidas pela Vale

A Articulação Internacional dos Atingidos e Atingidas pela Vale (AIAAV) é uma rede Sul-Sul que congrega, desde 2009, representantes de movimentos sociais, sindicalistas, ambientalistas, ONGs, associações de base comunitária, comunidades em geral, grupos religiosos e acadêmicos do Brasil e do mundo. Seu objetivo central é contribuir com o fortalecimento das comunidades em rede, promovendo estratégias de enfrentamento […]

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15 de abril de 2020

Memórias de Cozinha: mulheres e receitas insurgentes

As receitas são guardiãs de segredos e tradições que passam de geração em geração. Especialmente nas mãos das mulheres, as sementes, ervas, temperos e alimentos transformam memórias em comida de verdade. E é essa partilha de histórias ancestrais que dá vida e potência ao direito à alimentação, à soberania alimentar e ao trabalho de quem […]

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22 de julho de 2020

A pandemia e a militarização: o abandono social aumentou a vulnerabilidade dos mais pobres

Mais de 600 pessoas foram assassinadas nas favelas e periferias do Rio de Janeiro durante os primeiros quatro meses deste ano. A militarização da vida por parte dos governos brasileiros e de suas forças policiais não é novidade para quem vive nestes territórios. O mais cruel é vivenciar isso: operações policiais, tiroteios, assassinatos, paralisação do […]

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02 de janeiro de 2020

Desenvolvimento em debate – Questão urbana, resistências e alternativas agroecológicas na Zona Oeste do Rio de Janeiro

“Desenvolvimento em debate – Questão urbana, resistências e alternativas agroecológicas na Zona Oeste do Rio de Janeiro” evidencia a característica exploratória da matriz de desenvolvimento imposta à Zona Oeste, responsável pela criação de demandas e dinâmicas locais desconectadas do dia a dia da população, que acabam aprofundando desigualdades.

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