Quem Somos

Somos uma equipe multidisciplinar de maioria de mulheres, formada por educadoras(es) populares, comunicadoras(es), cientistas sociais, internacionalistas, biólogas(os), psicólogas(os), economistas, pesquisadoras(es), administradoras(es) e militantes. Junto a coletividades auto-organizadas e outras parceiras, partimos, desde os territórios, do debate crítico ao modelo de desenvolvimento capitalista, racista e patriarcal, na direção do fortalecimento de alternativas de justiça econômica, social e ambiental.

Atuamos em diferentes escalas na cidade e no estado do Rio de Janeiro – em especial na Zona Oeste da capital –, em parcerias com outras partes do país entre Norte, Nordeste e Sudeste brasileiro e no âmbito da América Latina e do Sul Global. Destacamos aqui nosso trabalho, luta e compromisso junto às mulheres; aos moradores(as) de favelas e periferias; aos atingidos(as) pelos impactos dos megaprojetos, da atuação de empresas transnacionais, das instituições financeiras multilaterais e da militarização; às populações negra, indígena e quilombola e às comunidades tradicionais do campo, da floresta, das águas e da cidade. 

O que queremos (VISÃO)

Um mundo de justiça social, ambiental e política, onde trabalhadoras e trabalhadores, indivíduos e coletividades, livres das amarras das opressões, sejam capazes de enfrentar e superar as ameaças socioeconômicas e ambientais, bem como garantir, com seu trabalho emancipado, de forma solidária e autogestionária, o desenvolvimento dos seus atributos criativos.

Como atuamos (MISSÃO)

Colaborar no fortalecimento das coletividades nas dimensões local, nacional e internacional, por meio da organização e Educação Popular, da pesquisa, da crítica e da incidência, na busca pela construção cotidiana de práticas e estratégias políticas que viabilizem relações emancipadoras.

OBJETIVO GERAL

Fortalecer processos e ações por justiça econômica, social e ambiental através de uma perspectiva latino-americana e incidir de forma crítica no debate público acerca do modelo de desenvolvimento capitalista, racista e patriarcal, desde os territórios e da luta das mulheres.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS 

  1. Movimentos, redes, organizações, coletivos e grupos populares, principalmente da Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, fortalecidos em seu compromisso com a radicalização da democracia econômica, política e social e com a construção de políticas e ações coletivas, que visem a superação do modelo de desenvolvimento capitalista, racista e patriarcal;
  2. Narrativas críticas ao modelo de desenvolvimento capitalista, racista e patriarcal, em consonância com os campos de atuação e articulação do Instituto PACS, inseridas no debate público;
  3. Grupos de mulheres fortalecidos, sobretudo em sua autonomia, organização e luta por direitos, para a incidência sobre centros de poder relacionados, principalmente, às temáticas dos conflitos socioambientais, agroecologia, da militarização da vida e da economia política feminista;
  4. Instituto PACS como uma referência no debate público em escala nacional e latino-americana acerca da crítica ao modelo de desenvolvimento capitalista, racista e patriarcal e das estratégias políticas, a partir dos saberes e práticas territoriais;
  5. Iniciativas e denúncias produzidas e visibilizadas junto aos territórios atingidos por megaprojetos e empresas nacionais e transnacionais, fortalecendo movimentos de luta por justiça socioambiental, principalmente em áreas impactadas pela cadeia minero-siderúrgica;
  6. Coletividades fortalecidas no debate e na luta pelo direito à moradia, terra e território, desde práticas populares insurgentes e tradicionais; 
  7. Iniciativas econômicas coletivas fortalecidas na luta pela defesa dos territórios, da soberania e segurança alimentar e nutricional, bem como da autonomia dos grupos, redes e organizações populares