PACS publica relatório de atividades de 2025 – confira os destaques do ano e as perspectivas para 2026
O Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS) divulgou na última sexta (13) o seu relatório de atividades de 2025, que traz um panorama do trabalho da organização neste ano de muitos desafios e também de conquistas. Foram mais de 250 atividades, ao lado de mais de 50 coletividades parceiras.
Alguns destaques são:
- 1º Pré-ERAM de Mulheres
- 2º Encontro Nacional de Agricultura Urbana (ENAU)
- 17º do Festival Associação Brasileira de Captadores de Recursos
- 13º Congresso do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE)
- 2º Encontro da Rede Nacional de Mulheres Guardiãs dos Territórios Ameaçados e Atingidos por Megaprojetos
- Lançamento da cartilha “Territórios de Fé: Caminhos para diálogos de combate aos Racismos Religiosos”
- 1ª Gira de Diálogos da Caravana Contra os Racismos Religiosos
- Encontro Iyá Akobióde – Mulheres que transformam
- Segunda jornada de incidência da Fair Steel Coalition (Coalizão pelo Aço Justo) na Europa
- Encuentro Cambiando Narrativas para Financiar Futuros Feministas
- IX Fórum Regional das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos na América Latina e Caribe
- 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), Cúpula dos Povos e demais eventos paralelos
- Marcha Nacional das Mulheres Negras por Reparação e bem-viver
- Lançamento da publicação “Onde moram nossas lutas: 10 anos de metodologias autogestionárias nos territórios”
O relatório também aborda as perspectivas para a atuação da organização em 2026, destacando que o PACS vai continuar denunciando injustiças e violações e anunciando iniciativas e estratégias de resistência que colocam a vida acima do lucro e oferecem alternativas concretas para construir coletivamente o mundo com o qual sonhamos. Confira um trecho do texto a seguir:
“O PACS seguirá atuando de forma estratégica, em defesa da democracia e da justiça de gênero, racial, econômica, climática e socioambiental, articulando pesquisa crítica, educação popular, comunicação e incidência, para fortalecer relações emancipadoras, práticas autogestionárias e projetos políticos que possam transformar a realidade em que vivemos. Dessa forma, a organização reforça seu compromisso histórico com os movimentos sociais e populares enraizados nos territórios”.
Clique aqui para acessar o relatório de atividades na íntegra.
